Minha infância, minha vida, meus amores e dores; minhas idéias e meus ideais; idéias alheias, conversação entre sorrisos e lágrimas, tudo contado de uma maneira gostosa e com uma pitada de bom humor por uma pessoa FELIZ!

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sábado, 7 de maio de 2011

A todas as Mães!


Mãe! 
Paulo Briguet


Mãe não entende se você não come tudo que está no prato.
Mãe não aceita desculpas do tipo 
'Se os outros podem, por que eu não posso?'.
Mãe responde: 'Os outros não são meus filhos'. 

 

Mãe adora ouvir o barulho da fechadura quando o filho chega.
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, 
tem cheiro de casa limpa. 
 

Mãe fica assustada quando vê o caso daquela 
modelo que morreu de anorexia: 
'Eu já falei pra você comer tudo!'
Mãe fica assustada quando lê notícia de assalto.
Mãe fica assustada quando lê notícia de acidente.
Mãe fica assustada quando lê notícia de briga.
Mãe fica assustada quando lê notícia.
Mãe fica assustada. 
 

Mãe não está nem aí para o que os outros pensam.
Mãe foge com o filho para o Egito, montada num burrico.
Mãe tem sonho.
Mãe tem pressentimento.
Mãe tem sexto sentido e sétimo, oitavo, nono, décimo.
Mãe não faz sentido (para quem não é mãe). 

  

Mãe chora ao pé da cruz.
Mãe chora em rebelião.
Mãe chora se o filho é messias ou bandido..
Mãe acredita.
Mãe não pode ser testemunha no tribunal.
Mãe é café com leite.
Café com leite, pão com manteiga, biscoito, 
bolacha de água e sal, banana cozida.
E ainda faz você levar um pedaço de bolo pra casa. 

 

Mãe só tem uma, mas é tudo igual.
Mãe espera o telefone tocar.
Mãe espera a campainha tocar.
Mãe espera o resultado do vestibular.
Mãe espera o carteiro.
Mãe moderna espera e-mail.
Mas espera.
Mãe sempre espera. 

 

Mãe ama. Ama incondicionalmente!
Assim, verbo intransitivo, como queria Mário de Andrade.
Porque, se é mãe, já se sabe o que ela ama.
A culpa é da mãe, dizem os freudianos superficiais.
Os verdadeiros freudianos sabem que, sem mãe, nada feito. 

 

Uma amiga costuma dizer: 'Pai é palhaço, mãe é de aço'.
A frase é interessante, porque o aço é uma liga de ferro e carbono.
Ferro é o símbolo da força; carbono é o elemento 
presente em todos os organismos vivos.
A mãe constitui a liga entre a fragilidade e a força do indivíduo.
Não há algo mais vulnerável e mais sólido que a maternidade.
Mãe é de aço. 

 

A esta altura, você deve estar perguntando:
'Mas por que esse cara está falando tanto de mãe?'
A verdade é que eu não sei.
Talvez seja porque a palavra mãe não tenha equivalente.
Já notaram? Mãe só rima com mãe.



Bjs no coração!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Minha netinha Rafaella!


Ontem, fui dar mais um cheirinho na minha fofuxa Rafaella.
Fazia só uma semana e meia que não a via e fiquei impressinada como ela cresce e engorada, dia após dia. Minha mãe usa um termo que diz assim: "Bebê cresce como abobrinha, da noite para o dia", e é verdade.
A Rafaella nasceu com 2.830 Kg, saiu do hospital com 100 g a menos e agora com 1 mês e meio, já cresceu quase 10 cm e engordou mais de 2 Kg.

 
Toma banho de balde,

 
De banheira e fica a observar a mãe,

 
Observa e bate papo com sua girafinha,


 
Tenta resmungar alguma coisa, um "gu, gu" e já sorri,



 
Fica quietinha só observando,




Dorme tranquila,



Fez sua primeira viagem no feriado de Páscoa, 



No início observou tudo,



Depois se irritou com o trânsito e chorou,



Cansou e dormiu!


Fica maravilhosa de vermelho,


Já quer ficar sentada,

 
Fica com soninho nos braços de sua grande ursa,

Bate as mãozinhas, as perninas e sorri para a tia Macá, que mandou de São Paulo esta linda roupinha.
Obrigada Macá, olha como ficou linda nela.
E eu não posso ser vovó-coruja desta fofurinha? Ela é mais uma razão para eu continuar. 
Uma grande razão! Vocês não acham?

 
Eu te amo muito Rafaella!



Bjs no coração!


terça-feira, 29 de março de 2011

Hoje estou de Parabéns! Estou fazendo aniversário.




Comemoro a chegada de um grande amor. Um amor inexplicável, sem pedidos, com muitos retornos e com algumas complicações.
Meu primogênito!
Meu primeiro, verdadeiro e incondicional grande amor!
Não lembro como era a minha vida de “mulher” antes dele; só sei que sempre o amei e sempre desejei amá-lo sem o conhecer. Incondicionalmente.
Foi incrível como as coisas se transformaram tão rápido.
Eu era apenas uma garota cheia de sonhos. Meu peso parecia brincadeira, 45 kg. Aos poucos comecei a senti-lo, mudando minha estrutura física e psicológica.
Ah, as emoções... quem explica?
Inexperiência é a palavra chave para uma mulher que sonha e não sabe com o que vai lidar. A falta de informação é o que pode esclarecer “complicações” do primeiro parágrafo.
O sonho de ser mãe nasceu comigo, mas, meu conhecimento era nenhum. Recebi uma boa educação e conhecimentos de vida, mas nunca orientações sobre adolescência, namoro, sexo, pouco sobre casamento e muito menos de maternidade.
Na minha época eram assuntos proibidos dentro de casa, tabus. 
E quando casei, talvez minha mãe tenha achado que marido ensina. O que será?

Amor materno é imensurável e ele se inicia desde que o sonho faz parte da vida de uma mulher. E isso não deixou de acontecer comigo.
Bom, engravidei. As emoções podem ser iguais para todas as mulheres que têm uma gravidez desejada. Só que com o primeiro filho, a primeira gestação, uma nova experiência é vivida a cada segundo, em cada transformação percebida.
É muito comum a comparação, mas do primeiro não há como.
Na verdade, de início, comigo nada mudou, a não ser uma pequena necessidade de repouso nos 3 primeiros meses.
Não tive os problemas normais de uma gravidez como: enjoos, tonturas e outros males. Apenas as mudanças no corpo, franzino ainda, apesar da idade, 21 anos já, e as emoções.
Independente de tudo isso eu já o amava. Antes mesmo de concebê-lo, antes mesmo de sabê-lo: ser humano.

Depois de um erro de cálculos, normal para uma iniciante, ele nasceu, dia 29 de março às 9:25 h, de parto normal, com 3.950 kg.
Sem a presença do pai, o que era comum na época, muito mais para o dele, que perderia a sua folga anual no trabalho. Jamais!
Apenas uma amiga, curtiu e que sofreu comigo todos os momentos de “dores esquecíveis”.
Depois de um tempo, notei que a presença do pai não me fez muita diferença, a presença da minha amiga foi primordial.
Mas ela não pôde entrar na sala.
Pude curtir todos os passos e os momentos do parto, e mais atenta ainda. Imagina o meu medo de troca de bebês.
Sou suspeita, mas ele fez muito sucesso no hospital.
 Neto com 2 dias de vida no meu colo
Todo bebê é lindo para seus pais. Mas o meu era "muito lindo".
Não estou falando isso por ser tão “mãe coruja”, mas todos queriam vê-lo, admirá-lo e vocês poderão me confirmar.

Não se explica a maternidade.
Ter um ser dentro de si, a formação de uma vida. Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda numa caixa de presentes, muito bem escondida, talvez para ser doada, transmitida a alguém.
Isso seria uma realização para as mães. Não cito "mães" somente as que pariram seus filhos, mas mães como formadoras de cidadãos.

Infelizmente, temos e criamos nossos filhos para o mundo. Não podemos sorrir, chorar ou ser felizes por eles, e sim para eles. Apenas tentamos contribuir iniciando-os a ter um ideal, a buscar e ter a certeza de estar dando passos firmes no caminho dessa busca.
Agradeço a Deus todos os dias por ter me dado essa oportunidade de poder contribuir para a formação de um cidadão do mundo, de amar com a certeza de que: “Quem ama, educa”.

E hoje, passados 29 anos, há 14 dias, você colocou-me nos braços outro sonho de vida, nossa princesinha RAFAELLA.

Neto, meu filho e Rafaella, minha neta no dia do nascimento dela

Mais uma razão para afirmar o meu amor à vida e força para continuar.
Obrigada por existir meu filho querido! Você é o presente que me deu mais uma vez, a esperança no futuro.




Bjs no coração!


segunda-feira, 21 de março de 2011

A arte de ser avó



(...)
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. 
Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que se lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito sobre ele, ou pelo menos o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo ou decepção, se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
(...)
No entanto! Nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. 
Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do neto. Não importa que ela hipocritamente, ensine a criança a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha" e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante nos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe banho, veste-o, embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulito. 
Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso dos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café, mexer na louça, fazer trem com as cadeiras na sala, destruir revistas, derramar água no gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado!
Fazer má-criação aos gritos e em vez de apanhar ir para os braços do avô, e lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...
(...)
E quando você vai embalar o neto e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz "Vó", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.
E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menino - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beicinho pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, vó? 
Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.
Rachel de Queiroz

Voltei!
E com calma vou visitar a cada um de vocês, inclusive os novos amigos que ainda não tive tempo. Alguns eu não tenho o endereço, mandem-me por favor. 
Não tenho palavras para agradecer tanto carinho. Vocês são maravilhosos, são muito especiais para mim. A cada um, meu reconhecimento de amiga.
Muito Obrigada!
Minha nora e minha neta estão ótimas. Meu filho um bobo e eu estou muito feliz, não caibo em mim, mais boba ainda. rsrs  Estou adorando esse negócio de "vovó" . É muito bom.
Mas estou voltando à realidade, e de vez em quando vou dar uma fugidinha rápida para matar as saudades. Sei que vocês me entendem.


Bjs no coração!


quarta-feira, 16 de março de 2011

A Rafaella chegou!!!



Desculpem-me amigos, mas estou passando apenas para explicar um breve sumiço. É por uma excelente causa. Assim que puder volto.


Depois de um grande susto que levamos, a RAFAELLA, minha primeira neta, nasceu neste 15/03, às 13:42h, com 2.800kg, linda e saudável.
Ela não é um sonho de bebê?
Estou aqui no hospital desde ontem à tarde, curtindo o prazer de ser vovó pela primeira vez.


Assim que puder, prometo dar notícias.



Bjs no coração!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Lembranças de Carnaval!!!




Nasci e cresci numa família Católica e amante de Carnaval.
Minha mãe, desde pequena, fazia suas fantasias com papel cortado e costurado à máquina, formando longas saias rodadas. Máscaras com papel machê, coloridas e encantadoras.
Quando eu tinha 7 anos, meu pai resolveu abster-se de toda e qualquer bebida alcoólica, e com isso parou também de frequentar os bailes. Minha mãe ficou na saudade.


A escada à direita levava ao enorme salão do Clube 
da minha infância. Hoje são apenas escritórios.


Mas ele nunca nos proibiu de frequentar os bailes infantis do domingo e da terça-feira de Carnaval.
Éramos criativos também com as fantasias. Uma que mais me marcou foi a de índio, copiada da caixa do “Forte Apache” dos meus irmãos.
Eu devia ter uns 6 anos.
Usamos sacos de estopa devidamente desfiados e pintados com guache vermelho e branco. Levamos dias para convencer nossa mãe a cortar e costurar os trajes do tecido, que por mais que lavássemos, não saía o farelo de milho.
Na minha fantasia, além da saia, um top feito no capricho como meus irmãos imaginaram, pois não havia figuras femininas no brinquedo. 

 



















Emiliana com 6 anos e fantasia de                                                                                           Com 9 anos minha cigana linda
havaiana com cordas. (invenção)

Do galo avermelhado, que garboso andava pelo terreiro, arrancamos todo o rabo. Precisávamos das penas para nossos pés e cabeça. Lembro e ainda acho graça, porque para o meu irmão mais novo, sobraram apenas algumas penas de uma galinha d’angola e ele, encrenqueiro desde pequeno, chorou muito. Também pudera coitado.
Quando minha mãe descobriu o seu galo depenado, levamos umas belas varadas. Mas, como eu sempre dizia: “agora já foi, não tem problema uma surrinha”.
Fizemos sucesso naquele Carnaval. A escadinha dos quatro irmãos “índios americanos”, como fomos chamados, nos deu até premiação. Balas e refrigerantes. Que alegria, quanto confete e serpentina juntávamos e jogávamos um no outro.
Quando eu ainda era solteira, os bailes noturnos eram no sábado, domingo, segunda e terça-feira. Mas, meus pais não me deixavam ir ao baile da terça. Tinha que acordar bem cedinho para a missa na Quarta-feira de Cinzas.
Muitas vezes distraída, cantarolava uma marchinha no início da Quaresma, e minha mãe logo gritava: “olha o rabo”. Segundo ela, quem pulasse Carnaval na nesta época de Penitência, criava rabo do “coisa ruim”. Na dúvida, calava-me.
E assim foram meus carnavais de infância, depois na adolescência quando comecei ir à noite, e também depois de casada e já com os filhos.

 



















Maxmiliano aos 2 anos, meu Pierrô                                                                                                   Aos 3 anos, meu ciganinho

Foram muitas fantasias que uma tia dos meus filhos fez e eu ajudei a bordar, tanto para mim, como para eles.
Hoje, com o fim dos bailes em clubes e a violência das ruas, prefiro a tranquilidade de casa e ver os desfiles das Escolas pela TV.
A última vez que participei de uma festa de Carnaval foi na praia. Enquanto víamos o trio elétrico passar, houve uma violenta briga perto de onde estávamos. Uma confusão tão grande, gente ferida.
Fiquei tão assustada que nunca mais quis saber de multidões, principalmente quando há bebidas.
Ficou apenas a saudade dos bons tempos que não voltam mais.



Bjs no coração!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Notícias minhas!




Sinto saudades imensas de vocês, do blog, mas ainda não é hora de voltar em definitivo. Estou com muitos compromissos de quem mora no interior e precisa ir a um centro maior para resolver.
Médicos, dentista, exames anuais, e que pelo jeito não vou conseguir resolver tudo até quinta-feira. Na sexta quero estar lá na minha outra casa. Marido só volta a trabalhar na quarta, dia 09, mas resolvemos não enfrentar trânsito de Carnaval.
Queremos estar em casa, sós e tranquilos. Então a vida volta ao normal. “Criançada” viaja e nós voltamos para o nosso cantinho.
Os dias que ficamos em casa de “mamy” foram adoráveis. Muita comida boa, paz e gargalhadas.  
Fui passear com mamãe;

Fui ver a lua cheia beijando o mar, brinquei até de roda com minha cunhada à noite na praia como duas crianças. Jogamos água uma na outra, deitamos para ver as estrelas.
Exageramos na comilança, rimos e sorrimos, tiramos fotos das gaivotas, afundamos os pés na areia como duas meninas e os dias se foram tão rapidamente que não tive vontade de vir embora.
Já marcamos a volta.
Fico devendo algumas fotos porque maridinho deletou “sem querer” da máquina.
No parque aquático tentei fazer amizade com esse pavão lindo que mora por lá. Acho que preciso emagrecer mais um pouco, pois ele não achou muita graça em mim, e desse jeito, não vou ganhar o concurso de “Vovó do Ano”. rsrs


Não me perguntem se vou para o hospital com dores no braço, mão e ombro direitos depois das loucuras que faço num parque aquático. Mas como diz meu médico, você precisa viver e ser feliz.


Eu sigo corretamente suas indicações: ao pé da letra.

Adoro rampas, toboáguas em caracol, piscinas de ondas e muito mais.
Sou louca? Sim, pela VIDA! e principalmente pela FELICIDADE!

"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade."
Mário Quintana


Estou aqui observando e os lendo, por enquanto devagar, pois este domingo foi bravo. Mas isto já é outra história.
Adoro vocês!

 



Bjs no coração!