Minha infância, minha vida, meus amores e dores; minhas idéias e meus ideais; idéias alheias, conversação entre sorrisos e lágrimas, tudo contado de uma maneira gostosa e com uma pitada de bom humor por uma pessoa FELIZ!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Família, um bem maior........



Com os acontecimentos dos últimos dias, tive pelo menos um domingo de felicidade. Os 80 anos de minha sogra. Foi  uma festa muito linda e reunir a família é algo que só para quem vive sabe o que representa. Essa  festa  não chegou a reunir todos. Mas uma parte estava presente.
Vivendo esse dia, resolvi falar um pouco dessa família. 
Minha sogra é a mais nova de  11 irmãos, portanto a maioria de seus sobrinhos são mais velhos do que ela. Destes só 4 estão vivos.
Meu sogro é o 6° filho (acho, ihih) de 10 irmãos. É descendente de uma família  imigrante russa  e alguns dos irmãos nasceram lá.
Imaginem só o que deu essa união. Quatro filhos e mais.........parentes, parentes e parentes.
Quando cheguei nessa família há mais de nove anos, fiquei impressionada. Fui imediatamente adotada, como filha, nora, cunhada, tia, prima e muito mais, com muito amor e carinho.
Não pensem numa família perfeita. Isso não existe. Estou falando de realidade. Está certo que sou um pouco romântica e fantasiosa, mas não chego ao exagero.
O que mais me impressionou é que sempre todos estão procurando saber se seus familiares estão bem. Ficam muito felizes com o progresso um do outro. Os nascimentos representam sempre mais um membro de uma grande família, na maioria das vezes, é claro, mais um primo.  É, eles continuam sendo primos não importa o grau. Sempre achei que primos eram só os filhos dos tios e tias diretos. Pelo menos na minha família foi assim. Se perguntássemos quem é esse? Ah, é primo da mãe, ou primo do pai. Nunca “nossos” primos.
Na família do meu marido não. Nunca dizem: primo de primeiro ou segundo grau. São simplesmente primos. Isso demonstra a aproximação que existe entre eles. E isso é maravilhoso. Então, além de primos, ganhei tios, tias e sobrinhos que aprendi a amar incondicionalmente.
É muito bom se sentir querido por tanta gente.
Acho que uma coisa muito importante, que os une  em primeiro lugar, são os valores passados de geração em geração.  A religiosidade é um desses valores.
Não importa a crença e sim as bênçãos. O querer e o desejar o bem, não só para os seus como para todo o ser.
Sinto uma felicidade imensa por fazer parte de tudo isso e escreveria um livro sobre o assunto.
Mas isso é outra história.....principalmente porque prometi falar “um pouco” sobre essa maravilhosa família.

Bjs no coração!

Nilce

1 comentários:

Lu disse...

Oi Nilce
realmente a familia é um dos bens mais preciosos que a gente tem (senão o maior). Eu sinto a diferença que existe quando a familia é unida, pois na minha casa não são tão chegados e na familia do Sergio são muito apegados uns com os outros. Tanto que acabei me debandando mais para o lado dele do que ele para a minha familia. Eu quero muito que o Serginho e a Mariana sintam prazer em estar conosco e com os seus tios, primos, avós. Quero que sintam como é ser uma familia de verdade. Principalmente agora que estamos passando essa fase longe de todos é que sentimos ainda mais a falta dos familiares por perto.
Bjs
Lu